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Morre Ninão, o cachorro de Curitiba que tinha milhares de fãs na internet

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Morreu o cachorro Ninão, um vira-lata famoso nas redes sociais por protagonizar fotos e vídeos engraçados, produzidos por Rodrigo, o “pai do Ninão”, que é morador de Curitiba. Nas imagens, o cachorro que parecia estar sempre sorrindo, era mostrado fantasiado e interagindo com Rodrigo.

Em uma postagem nas redes sociais, Rodrigo informou que Ninão morreu na terça-feira (13), depois de passar dois meses doente. O texto, acompanhdo de uma foto, teve mais de 460 mil interações de usuários da rede social.

 

“O destino foi cruel e nos separou da forma mais dolorosa, através de uma doença que estávamos tratando fazia 2 meses”, diz o texto.

Rodrigo conta que Ninão estava com ele havia uma década. “Foram 10 anos maravilhosos e eu não tenho palavras para agradecer a oportunidade de ter convivido com ele”, conta.

A página do Facebook de Ninão tem mais de 600 mil seguidores, com fotos e vídeos postados desde 2012, e o canal do YouTube conta com mais de 130 mil inscritos.

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No canal de vídeos, Rodrigo descreve que o objetivo “é eternizar a interação que tenho com o cachorro mais esperto e inteligente que já tive”.

Nas fotos do Facebook, Ninão aparece com várias fantasias, como Lemmy Kilmister, líder da banda Motörhead, que morreu em 2015. O cachorro também já foi fantasiado de Ammy Winehouse, Slash e Michael Jackson, entre outros.

 

Morreu hoje Ninão.
O cão que tanta alegria trouxe a todos que pode alcançar.
Morreu em meus braços em uma cena que somente muitos anos poderão cicatrizar, ou talvez não.
O sofrimento foi impiedoso e a saudade já é insuportável.
Que ele fique eternizado no coração de cada um vocês, como nos dias complicados que ele conseguiu
colher um sorriso onde só havia tristeza ou melancolia.
Pelo tom dos vídeos, muitos podem achar que eu seja alguém sempre super animado e de bem com a vida.
Mas isso só era possível graças a interação que tive com o meu grande parceiro de vida, o Ninão.
Naquele momento em que ligava a câmera e começava a conversar com ele, todos os problemas eram anestesiados
e nós viviamos nossa própria realidade, onde a vida era doce e nada nos afetava.
O destino foi cruel e nos separou da forma mais dolorosa, através de uma doença que estávamos tratando faziam 2 meses.
2 meses sem dormir, 2 meses chorando, 2 meses de pura dor. Difícil de explicar e aceitar.
A esperança ainda brotava dentro do meu peito e do nada ele se foi. Em desespero tentei reanimá-lo através de respiração boca a boca durante vários minutos, mas parecia que alguma coisa queria levar o Ninão pro outro lado de qualquer forma. Ele voltou, mas logo se foi.
Foram 10 anos maravilhosos e eu não tenho palavras para agradecer a oportunidade de ter convivido com ele,
espero que sua alma seja acolhida em um local de paz e tenho fé em reencontrá-lo em uma próxima existência.

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